Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

Quem já lá tinha ido gostou muito; e, quem foi pela primeira vez, ficou maravilhado.

           U m grupo de 30 pessoas, de s locamos-nos a um Santuário Mariano e a duas povoações fronteiriças, em Espanha. A média de idades do grupo ultrapassava os 65 anos.       Aproveitou-se o dia  25 de abril, em que, como sabemos, a Igreja celebra o evangelista S. Marcos. Ora, como no país vizinho a data não é feriado, sem surpresas, por lá, cruzamo-nos com vários portugueses que, como nós, quiseram sair em família:  ex. alunas, antigas funcionárias, ou, simples desconhecidos que, por falarm os português, no estrangeiro, quiseram meter conversa e saber quem eramos. Dentro do autocarro, fomos  sempre muito animados: cantou-se, rezou-se e ao subir a Serra da Pena de Francia... mais ainda porque estava polvilhada  de neve, os comentários não deixaram margem para dúvida dos sentimentos e emoções que afloravam : “Que bonito”, “é lindo”, “magnífico”. Depois foi o almoço, num parque embutido na natureza e com t...

P.e Manuel Igreja

 Que me desculpem os mais atentos; eu, bastante distraída, refleti só hoje, pela primeira vez, neste nome. Ele há coincidências! É esta, entre o nome e a atual missão, uma das mais significativas. Este sacerdote, com o nome Manuel, está a ser verdadeiramente Deus connosco – Emanuel; e está a convocar: Igreja. Obrigada por isso. No dia 9 de abril foi necessário irem-se buscar mais cadeiras, para se sentarem todos aqueles que vieram para a reflexão que nos era proposta pelo P.e Manuel Igreja, sobre a vivência do Mistério da Páscoa – Morte e Ressurreição de Jesus (cfr. 1 Coríntios 11:23). Preparados para um número semelhante ao do retiro de Quaresma, dia 5 de março – estimado nessa altura em 45 pessoas, estiveram desta vez, para cima de 60. E, se foi boa a palestra, foi também enriquecedora a partilha de quem, no fim, quis colocar em comum o que mais tinha gostado, aquilo que lhe tinha tocado, as luzes que tinha recebido do estivera a ser exposto.  O tema trouxemo-lo para casa...

Saiu a "Luz e Vida" respeitante a 2021

 Já saiu o número da Luz e Vida respeitante a 2021, de janeiro a dezembro. Faz-nos bem recordar a santidade das irmãs e sacerdotes que partiram para junto de Deus e gostamos da ver fotos das servas que vivem em comunidade. Nisso se funda o pedido do conselho geral dos Servos Externos, para visitar as comunidades e em conjunto se fazerem planos e oração. Entre o artigo inicial: “Palavra do fundador” e a última página: onde está o registo dos donativos que continuam a assinalar graças recebidas por intercessão do sr. D. João, há uma rúbrica nova: “tesouros da bíblia”. Já se aguarda o próximo número e nem se adivinha qual o livro/episódio que será escolhido. Alguma poesia que não esteja assinada é, provavelmente, do Assiste da Liga dos Servos de Jesus, P.e Manuel Igreja. Deixe-se a revista onde se deixar, virada de frente ou de costas, a simples visão da imagem, na capa, poderá fazer bem a quem para ela olhe, mesmo que apenas de relance.

Miquelina Marques Abadesso

  Miguelina Marques Abadesso, nasceu a 15 de agosto de 1935, na Castanheira, uma freguesia da Guarda. Era a sexta de um grupo de dez irmãos. Ainda bastante nova, aderiu à Liga dos Servos de Jesus, atraída pelo carisma do sr. D. João de Oliveira Matos, um santo a caminho dos altares. Esteve bastante tempo doente. Com os ossos muito deformados, a irmã Miquelina, se tinha dores, não se queixava.  Em casa e no hospital não podia estar sem o terço, a devoção a Nossa Senhora foi uma constante na sua vida, mesmo antes da doença.  Do seu dinheiro pessoal; e, do que lhe vinha da família, costumava empregá-lo em favor das missões e na ajuda à Igreja que sofre. Gastou o seu tempo na cozinha ou a organizar a roupa - na lavagem e na costura, a acondicionar os pertences daqueles que, sem família, a tinham a ela como suporte para o seu bem-estar. Escrevendo, agora, sobre um poema de Frei Antonio das Chagas, testemunhamos que a irmã Miquelina “o resto do tempo, gastou-o sem conta, d...

Morreu a irmã Miquelina da comunidade do Outeiro de S. Miguel

O sr. bispo, o assiste da Liga dos Servos de Jesus, alguns sacerdotes amigos da obra do sr. D. João e as pessoas que souberam e puderam, estiveram na missa às 14:30, de onde o corpo da irmã Miquelina partiu para o cemitério da Castanheira. A fotografia reporta a essa celebração. Descanse em paz.

Retiro de Quaresma, aberto, no Centro de Espiritualidade D. João de Oliveira Matos

  No dia 5 de março de 2022, conforme programação e sem atrasos, cerca de 45 pessoas estiveram no Centro de Espiritualidade D. João de Oliveira Matos, no Outeiro de S. Miguel e, cumprindo todas as regras da DGS, foi-nos proposto o tema dos Sacramentos, sacramentais e símbolos associados a esta época de preparação para a Páscoa. Cada um tinha a palestra por escrito pelo que, algumas das pessoas presentes, vi-as eu, no dia seguinte, releriam o texto e, com este o comentário alegre: “a letra é grande. Lê-se bem”. Foi portanto uma metodologia acertada. Da praça da Guarda, pelas redes sociais, chegavam-nos fotos da chegada dos símbolos das jornadas mundiais da juventude, a Cruz peregrina e o ícone de Nossa Senhora. Sem que isso fosse uma distração, unimo-nos e, iniciámos como preparado, na capela do Centro de Espiritualidade, a adoração ao Santíssimo. Na eucaristia a homilia centrou-se no evangelho do 1.º Domingo da Quaresma. Tinha sido lido por 3 intervenientes o que o tornou ma...

Era uma irmã boa, boa, boa, boa.

  A irmã Celeste do Céu Ribeiro tinha nascido em 4 de junho de 1927. Faleceu, no hospital, enquanto aguardava para fazer exames complementares. Passava das 22:30, do dia 25 fevereiro 2022, o dia a seguir à invasão da Ucrânia pela Rússia. Porquê ressaltar a coincidência? Porque a tónica dessa irmã era a paz que espalhava à sua volta e a forma como dirimia conflitos. Sabemos como nos inícios as irmãs mudavam frequentemente de comunidade. A irmã Celeste do Céu, contava muitas histórias dos sítios para onde tinha sido mandada. Histórias de Lagarinhos, do Colégio de S. José, de quando esteve como cozinheira no Lar Académico da Guarda, de Samora Correia, das servas externas de Manteigas andarem pedir esmola para as meninas do patronato; e, das recorrentes idas para a Figueira da Foz, com as colónias dos rapazes do Outeiro. Tarefas fixas parece não ter tido. Fazia o que lhe pediam. Além de cozinheira, as limpezas, a gestão das empregadas com quem trabalhava mano a mano. Encarregou-se ...