Ontem, dia 22 de abril, a Irmã Edite da Comunidade da Ruvina, nascida em 21 de dezembro de 1930, partiu antes de nós, como regista a memória distribuída na capela onde se celebrou a Missa de Exéquias. As suas p rincipais v irtudes, creio que foram: a f idelidade e a d iscrição. F idelidade à vocação , vivida num "silêncio escondido e discreto" . O seu amor foi constante, sem necessidade de aplausos ou alarido. Respondeu com g enerosidade e e ntrega ao chamamento divino, fê-lo sem reservas . Enquanto velava na capela, junto ao seu corpo, ouvi descreve-la como uma irmã "tão boa, tão generosa e tão trabalhadora!" A sua vida espelhou o sermão da montanha. Identifica mo-la com os pobres em espírito, os humildes e os puros de coração . Demonstrou, uma vez mais a aceitação da vontade de Deus, durante o período de enfermidade e diminuição de forças que antecedeu a sua partida. A Irmã Edite, foi a concretização da metáfora evangélica. T al como o grão de tri...
"É PRECISO QUE JESUS REINE"