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Mensagens

Lusitana Alves dos Santos

 A irmã Lusitana era a mais nova de dez irmãos. Deu entrada na Liga dos Servos de Jesus,  com 22 anos,  no dia 07/02/1951,  na comunidade da Cerdeira,  depois ter feito um retiro espiritual com Sr. D. João Oliveira Matos. Serva das que bebeu o carisma do fundador na fonte; nela, o espírito, tornou-se numa nascente água viva.   Mais do que um bom temperamento de raiz, foi-se polindo e contrariando, foi-se aperfeiçoando chegando com a continuação a assenhorear-se de virtudes em grau elevado.  Aponta-se-lhe, como muito marcante, a obediência, em especial aos superiores.  Também o amor à Igreja, de uma forma muito prática, na atenção à vida paroquial; e  concreta,   nas obras de caridade aos pobres que estivessem perto de si.  Muito ligada à família, em especial aos que mais necessitassem de um conselho, um estímulo ou uma presença talvez quase silenciosa mas, sempre muito sensata, isso nunca a impediu de estar disponível para trabalhar...

Novena ao Venerável D. João de Oliveira Matos

Prepara o 99.º aniversário do retiro da Lageosa   https://www.facebook.com/LigaDosServosDeJesus/videos/476402476862406

Procurar Jesus instantaneamente, quando tivermos a desgraça de O perder

  Se o Deus menino assim quis depor por momentos os véus que ocultam a sua natureza e o seu poder, foi, certamente, para que, na ansiedade de Maria e S. José em procurar Jesus, nós aprendêssemos a procurá-l’O, também, instantaneamente, quando tivermos a desgraça de O perder. Mal deram pela falta do Divino Salvador, os santos esposos, numa angústia indizível, sob o peso duma dor imensa que os pungiu, interrogam, com viva ansiedade, os parentes, os amigos, os conterrâneos, todos os peregrinos, sem que, todavia, obtivessem informação sobre Jesus. Então, correm aflitos a Jerusalém e, depois de três dias de dolorosa amargura, encontram, afinal, Jesus Menino, no templo, entre os Doutores da Lei.  (...) Quantas e quantas vezes nós perdemos a Jesus, só por nossa culpa, e, todavia, quase nem sentimos a sua perda… nem sequer tentamos procurá-l’O… cfr.Jornal Amigo da Verdade , Ano II nº 96 (13 de Janeiro de 1929), Secção Nem só de pão vive o homem

Ano de São José

 " ( https://www.consueloblog.com/wp-content/uploads/2014/07/Sagrada-Fam%C3%ADlia-Murillo.jpg) «(...)  cristão sincero é o que imita Jesus, Maria e José, que nunca deixaram de adorar e servir a Deus nos seus corações e publicamente. E por que não havemos de ser todos assim? Que felizes e gloriosos seríamos!» cfr.  Jornal Amigo da Verdade , Ano I nº 43 (8 de Janeiro de 1928), Secção Nem só de pão vive o homem .

Jesus sabe contentar-se com um pequeno número de amigos

  Fiz o propósito de procurar escritos do sr. D. João sobre São José. Colo aqui um excerto do comentário ao evangelho de São Lucas, publicado no dia 29 dezembro 1931, que se pode ler na integra na página 45 deste livro. «(…) apenas quatro pessoas assistem a essa cerimónia tão importante. S. José, Maria Santíssima, o velho e alquebrado Simeão, e uma santa viúva de oitenta e quatro anos de idade. Assim foi, outrora, o cortejo das pessoas que rodearam a Jesus, quando da primeira entrada na sua casa, no seu templo. E hoje?... Nesta hora, neste dia, diminuto será o número das almas que acompanham a Jesus sob o teto sombrio das nossas igrejas, onde Ele continuamente Se oferece a seu eterno Pai! Pelas ruas, grande movimento; nos campos, laboriosa faina; nas casas do vício, uma concorrência extraordinária; mas… na casa de Deus, uma solidão sepulcral, um frio que gela, um abandono que impressiona, apenas cortado pelas preces fervorosas de bem poucas almas piedosas! Mas Jesus sabe c...

IRMÃ JOAQUINA SILVA

  J oaquina da Silva nasceu na aldeia de Santo Estevão, Sabugal, no dia 01/03/1931. Foram seus pais: Luís Martins da Fonseca e Amélia Silva. Deste casal nasceram mais quatro filhos: António, já falecido, Odete, Estela e José que felizmente ainda vivem. Aos quinze anos a jovem Joaquina da Silva entra na comunidade da Ruvina onde conhece e aprofunda a espiritualidade do Fundador, D. João de Oliveira Matos. Entretanto destinam-lhe trabalhos específicos: Cozinhar e trabalhar no campo. Aceita com alegria. Joaquina da Silva acompanha os seus trabalhos com canções populares. Tem uma voz excelente e canta muito bem. O canto nunca mais o largou e ainda que o não manifestasse publicamente saboreava-o de modo muito próprio. Canções e mais canções marcarão a sua alegria. Ao sair da comunidade da Ruvina esperava-a uma outra comunidade, a comunidade do Outeiro de S. Miguel. Para além dos trabalhos da cozinha, acabou por ter como dever principal os trabalhos de lavandaria. O Abrigo, o Colégio...

Ir Joaquina na casa do Pai

  Joaquina da Silva Fonseca, nasceu a 1 de março de 1931. Entrou para a Liga dos Servos de Jesus, na Ruvina. Esteve também no Abrigo da Sagrada Família – Guarda Gare e, ligada ao Outeiro de São Miguel, foi enviada por essa comunidade para o Monte Brito. Foi, quase sempre a cozinheira nas missões onde esteve. Do Beiral, em Manteigas, ainda antes do 25 de abril em 74, foi para o Lar D. Isabel Trigueiros – Fundão, onde colaborava para que adolescestes e jovens ali residentes,  prosseguissem os seus estudos. E o testemunho que deram, algumas dessas jovens, ao saberem da notícia do seu falecimento, foi que era uma irmã muito bem disposta, com um riso fácil, discreto, quase constante. Gostava de anedotas e divertia-se com a simples recordação de situações caricatas que recontava a cada bocadinho. Vivia com alegria! Sim, com aquela felicidade que o mundo não pode dar nem a doença e as contrariedades podem tirar. Uma vez, já estava no Fundão - conta quem viu, a sua comunidade oferece...