Ser irmão/ã e viver essa realidade é servir e amar a Deus. É sobretudo fazer com que Ele reine em nós e na nossa comunidade.
COERÊNCIAS Penso não ser só no meu ‘ torrão nata l’ que tal aconteça. A família que leva o sobrenome de “Rasteiros” serem dos mais altos; a família dos “Serras” não ultrapassarem a altura dos pequenos outeiros; a família dos “Direitos” não deixarem de, como as demais, terem algo de problemático; A família dos “Neves” e dos “Saraivas” apresentarem um ‘coração’ demasiado quente e assim sucessivamente. A propósito disto lembrei-me do que S. João escreve na sua 1ª carta: “ Se alguém disser: «Eu amo a Deus», mas tiver ódio ao seu irmão, esse é um mentiroso; pois aquele que não ama o seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê. E nós recebemos dele este mandamento: quem ama a Deus, ame também o seu irmão”. Ou seja aquilo que realmente nos é pedido é a coerência em tudo o que somos e fazemos. Durante toda a nossa vida, hoje mais do que nunc...