No dia 15 de novembro, cerca de quarenta pessoas reuniram-se, desafiando a chuva e o vento agreste, como quem sabe que o encontro vale mais do que o medo da intempérie. A Reflexão começou com as pequenas ervinhas, que nascem nos barrocos, e até entre as pedras da calçada, lembrando-nos que a vida insiste, mesmo nos lugares mais improváveis. Os pássaros, com a perfeição dos seus ninhos... e de exemplo em exemplo, começamos a refletir, pensar Pois estes verbos, junto com a capacidade de amar são a verdadeira identidade humana. Contra o consumismo que nos ilude, contra a ditadura da moda que nos aprisiona, ergue-se a liberdade de quem sente, de quem contempla e se abre ao amor. Só quem não reflete e não pensa, cede aos ecrãs, redes, vídeos sem fim! que nos roubam a interioridade. Se parássemos… apenas um instante… veríamos que até uma galinha febril, ao chocar o ovo, revela o mistério de Deus. E um céu estrelado, com sua ordem e vastidão, fala-nos do infinito ...