A hora de adoração foi estruturada tendo por base a parábola da dez virgens – o evangelho do dia (Mt. 25, 1-13) e portanto em torno da luz e da lâmpada acesa.
O itinerário espiritual dividiu-se em três fases principais: a contrição, onde se pediu perdão e misericórdia; a gratidão, que celebrava as graças recebidas; e o compromisso, focado na ação cristã no mundo.
Através de cânticos, salmos e períodos de silêncio, fomos convidados a contemplar a Eucaristia como Luz que ilumina a Igreja.
Referências bíblicas e preces comunitárias reforçaram os nossos ânimos em ordem a uma fidelidade confiante aos convites e interpelações de Deus.
A adoração terminou com um apelo à evangelização e ao louvor universal, pedindo ao Senhor que mantenha viva a chama da fé em cada crente.

Comentários