Para o último dia da Festa Anual da Liga dos Servos de Jesus (28 e 29 de agosto), estava agendada a sessão solene no pavilhão do Outeiro de São Miguel.
Na abertura, fomos brindados pela excelente voz da professora Ludovina Fernandes, que interpretou três excertos de música clássica composta para a liturgia católica: Ave Verum Corpus, de Mozart; Panis Angelicus, de César Franck; e Ave Maria, de Franz Schubert.
A apresentação em PowerPoint trouxe-nos à memória momentos significativos e atividades realizadas no ano pastoral de 2025–2026.O nosso bispo emérito, D. Manuel da Rocha Felício, partilhou um relato emotivo das alegrias e dificuldades vividas no seu trabalho missionário em Angola.
A força das suas palavras fez-nos sentir como se estivéssemos em Quilenda. Manifestou também a vontade de continuar os projetos já iniciados, bem como outros em fase de conclusão, para manter viva a presença da Liga dos Servos de Jesus dentro e fora da Diocese da Guarda.Seguiu-se a intervenção do nosso Superior Geral, D. José Miguel Pereira.
Partindo da frase‑chave “É preciso que Jesus reine” e do carisma da Liga, fomos motivados a evangelizar com coração nos dias de hoje.
Foram sugeridas algumas pistas: oferecer o encontro com Cristo Vivo; assumir a responsabilidade de fazer da Liga um motor de evangelização; traçar caminhos para renovar o ardor evangelizador; motivar as comunidades para a Adoração Eucarística; e promover a formação de adultos (catequeses bíblicas), privilegiando a conversação espiritual.
O nosso bispo tem insistido na importância da fé sobrenatural e na necessidade de revermos ideias menos claras sobre o caminho da santidade. Apela frequentemente à renovação do desejo de caminharmos uns com os outros na caridade.Creio que o número de pessoas presentes na sessão era diminuto e que havia muita gente de idade avançada, o que dificulta algumas ações. É necessário que, junto das paróquias, existam agentes dinamizadores de mudança e equipas de apoio para trabalhar na evangelização. Apelemos ao Espírito Santo, e tudo será possível.
Madalena Silva
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