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Festa anual da Liga dos Servos de Jesus 2022

 Foi com alegria que participei na Festa Anual da Liga dos Servos de Jesus que este ano pode voltar a conhecer os moldes habituais, já que os dois últimos anos a pandemia não o permitiu.

Com satisfação verifiquei a boa afluência, em comparação com o expectável e com o que aconteceu nos anos anteriores, de Servos Externos e amigos da Liga no encontro de reflexão – primeira atividade da Festa - orientado pelo Diretor do Centro de Espiritualidade, Pe. Manuel Igreja Dinis, que versou sobre o papel dos Leigos na Igreja.

Tal facto permitiu que este grupo se pudesse reunir para se conhecer melhor, para refletir e debater sobre a atualidade da Liga e o seu futuro, mais especificamente sobre o papel dos Servos Externos, ainda “embalados” sobre o tema apresentado anteriormente.

O motivo de satisfação manteve-se, ao perceber que a capela do Outeiro estava bem composta por Servos Internos, Externos e amigos da Liga, para celebrar a Eucaristia de Ação de Graças, sob a presidência do Pe. Manuel Igreja Dinis e concelebração de dois sacerdotes, e para, no final, adorar a Jesus Sacramentado.

Bem-haja ao coro que cantou de forme tão bela e solenizou a referida Eucaristia e adoração e que também o fez na Eucaristia de sábado, que, de resto, foi presidida pelo nosso Superior Geral, D. Manuel Felício, concelebrada por dois bispos, D. Moiteiro e D. Diamantino, por cerca de uma dezena de sacerdotes e por dois diáconos.

A sessão da tarde, que contou com a intervenção da Ir. Irene como introdução, foi rica. Com gosto ouviu-se cantar e declamar “Houve um homem no Fundão, que foi mandado por Deus e se chamava João”.


Bem, puxando a “brasa” à minha terra e do Sr. D. João, foi em Valverde, que surgiu um homem de Verdade (entenda-se a ironia). A obra que este homem criou, recordou através da apresentação do relatório de atividades, feita por Maria do Carmo, vice-coordenadora das Servas Internas, os acontecimentos desde da última Festa
.

A sessão ficou mais rica com a participação da Catarina e com a intervenção do D. Diamantino, que sem dúvida conseguiu chegar à atenção dos presentes, interpelando-os para o envolvimento no processo de beatificação do Sr. D. João, através de exemplos de canonizações bem-sucedidas na sua diocese brasileira.

Será que conseguimos ter a fé e coragem dos brasileiros que “leva” tantos santos aos altares? Foi esta a provocação feita e a que o D. Moiteiro já tinha recorrido no final da Eucaristia.

Julgo ter sido uma Festa marcada por encontros e reencontros dos membros da Liga e amigos, o que a tornou a mesma repleta de alegria. Dias marcados por trabalho de reflexão para o futuro e por oração.


O melhor resultado desta Festa? Que não passe ao lado a provocação e necessidade para dirigirmos nas nossas orações pedidos de intercessão ao nosso Venerável Fundador.

Não poderia deixar de mencionar a enorme gratidão pela forma como todos fomos recebidos pela comunidade das irmãs do Outeiro de São Miguel.


- coordenador Servos Externos - Jorge Craveiro

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