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homenagem e respeito pelo legado de Hipólito Monteiro Oliveira.

 A 5 de novembro de 2024, partiu para a Casa do Pai, após doença prolongada, o servo externo Hipólito Monteiro Oliveira, com 86 anos (20/08/1938).


Era filho de José Oliveira e Ilídia Monteiro, de uma fratria de quatro irmãos, casado com a senhora D. Maria de Lurdes Pina. Era pai da senhora D. Margarida Maria Pina Oliveira e de José Manuel Pina Oliveira, ambos funcionários nas bibliotecas de Sabugal e Cantanhede. Falava com muito orgulho das suas netas optometristas, filhas da D. Margarida, e do seu neto médico anestesista, filho do senhor José Manuel.

O senhor Hipólito foi sempre um homem dedicado ao trabalho nas suas múltiplas funções, das quais destacamos: construía as suas casas, que dizia serem para os filhos, mas, se surgisse uma oportunidade rentável, fazia negócios para assegurar a saúde financeira da família. Era, para a Igreja e para obras de caridade, um generoso e bom contribuinte. Exerceu ainda a atividade de fotógrafo e encadernador, com oficinas montadas. Era um homem polifacetado e amigo dos seus amigos.

Conhecíamos também o senhor Hipólito como um funcionário assíduo, prestável e atento na Biblioteca Municipal da Guarda, onde exerceu funções depois das atividades já referidas. Como servo externo da Liga dos Servos de Jesus, era muito participativo e afável. Falava do Outeiro de São Miguel, que fez parte da sua história de vida, e do venerável senhor D. João de Oliveira Matos, com muita alegria na alma, muito carinho e saudade.

Na sua paróquia, o Rochoso, como citado pelo reverendo padre Dinis no dia do seu funeral, era um leigo trabalhador e comprometido. Uma das suas paixões era a música sacro-litúrgica e polifónica, e por isso participou no Coro da Sé e no coral Pedras Vivas durante vários anos. Era presença assídua em atos litúrgicos, eucaristias e cerimónias fúnebres.

Muito mais poderíamos contar deste nosso irmão servo. Agradecemos ao Senhor por tudo o que ele nos ensinou nos momentos de convívio, nas catequeses, celebrações e eventos comunitários. A sua presença era sempre reconfortante. Acreditamos que o Senhor já o acolheu no Seu reino.

À família enlutada, a Liga dos Servos (internos e externos) apresenta sentidas condolências. 

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